Eu pousei em New Orleans, marido e filhos, depois de uma divertida viagem de carro pela Nova Inglaterra, passando pelo litoral de Massachussets. Tínhamos deixado junto com o carro alugado a sisuda e conservadora cidade de Boston, onde passamos alguns dias e de lá seguimos de avião para a terra do jazz. O contraste da cultura, temperatura e pressão já se sentia logo que deixamos o avião. A alta umidade grudava nossas roupas ao corpo e parecia uma barreira quase sólida pelas ruas – apenas mais uma dificuldade enquanto carregávamos as malas.
O taxista que nos conduziu ao bairro Frances já delineava a grande diferença de leis que regem o país em cada estado. Ele socou nossas malas no bagageiro até concluir que não poderia fechá-lo. E lá fomos nós com a tampa do porta-malas aberto sincopando um blues até nosso hotel. Aquela cidade povoava nossas fantasias fazia anos. Meu marido e eu que adorávamos a culinária picante, arquitetura e o jazz nos sentimos em casa. Meus filhos esperavam confrontar as locações de um jogo de computador “Gabriel Knight”, que tanto os divertira e apresentara aquela fantástica cidade tão divergente do resto do país.
Minha câmera, apesar de sofrer episódios de embaçamento da lente por conta da temperatura e umidade, trabalhou muito. Tudo naquela cidade surpreendia os sentidos; o cheiro, a comida, sons de jazz saindo por todas as frestas e os hábitos da população local. Acho que foi a primeira vez que vi pessoas bebendo álcool em solo americano sem disfarçar a garrafa em saquinhos de papel. Usamos e abusamos da culinária cajun e creole, aquela deliciosa torre de Babel africana, francesa, espanhola e de nativos americanos, regada a baldes de pimenta.
No último dia de viagem meus sentidos e papilas gustativas já tinham chegado ao limite das sensações picantes. O descanso para o paladar foi encontrado nessa sopa fria de tomates, onde o chili poderia ser colocado à parte. Nesse pequeno restaurante à beira do Mississipi, tive a oportunidade de refrescar as entranhas e marear os olhos em águas escuras que já serviram de pano para incontáveis filmes e livros. Você pode me perguntar: e a pimenta do reino da receita? Acredite, caiu como um refresco.
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