Meia de seda era a bebida comportada para as meninas no tempo dos bailinhos. Servido em uma taça de champanhe, ela já pontuava que a mocinha era “de boa família”, mesmo chacoalhando o esqueleto ao som de Neil Sedaka ou de “rosto colado” nos embalos de Paul Anka.
Os “mingaus”, como eram conhecidos os bailes no começo dos anos 1960, por acontecerem nas tardes de domingo, eram famosos nos clubes de São Paulo. O Paulistano, Círculo Militar e Pinheiros “bombavam” com os jovens a procura de um namoro “firme”.
Dançar de rosto colado já configurava compromisso. No entanto, álcool era permitido. Não sou dessa época, mas já viajava nos comentários de minhas irmãs e primas mais velhas que costumavam se trancar no banheiro ao chegar para compartilhar as histórias. Morria de inveja, olhando pelo buraco da fechadura.
Penso que o drink original era menos alcoólico, só com licor de cacau. Ele continuou existindo, numa rotatividade de ingredientes, suave como seda, mantendo só o leite condensado e o licor de cacau. E hoje experimentei com o Chocolatto TRES e uma cachaça da boa.
Excelente, minhas irmãs e primas morreriam de inveja da minha invenção!
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